2010 Março
Oiiss, estamos no momento de meditação para um melhor planejamento no acolhimento de vcs em nossa casa, mas calma, estamos quase terminando, como precisamos fazer mais alguns testes, creio que até o dia 31/03, conseguiremos acertar a fórmula final, como dia 31/03 é uma quarta-feira estamos marcando o nosso grande, inesquecival e inenarravél encontro para o sábado dia 27/03 na hora do almoço é muito importante a confirmação de vocês, pois como possibilidades de pratos são extremamente refinados custará muito dinheiro, segue algumas testes já realizados depois da nossa meditação.
rabada com agrião, quem acha muito pesado pode tirar o agrião;
sarapatel, é uma comida ou uma dança?;
cabeça de bode, o Fernando vai nos ensinar a comer;
miudos de boi ao vinho, um pouco de intimidade não faz mal a ninguém.
esperando anciosos nosso encontro
Wânia e Paulo
Amada confraria,
depois da calorosa recepção da nossa primeira proposta de almoço, resolvemos mudar. Para apaziguar a situação convidamos a todos para um almoço de páscoa judaica.
O menu é este:
Entrada
Guefilte fishChreinMatza
Prato principal
Varenikes
Gravlax
Para as crianças
Latkes
vou convidar um rabino para fazer circuncisão no final do almoço, para quem quiser.
segue um texto contextualizando um pouco
A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade. Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum. O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus pelos discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pesach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pesach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII.
Origem da Palavra
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem.[1]
[editar] Páscoa no Judaísmo
Ver artigo principal: Pessach
Segundo a Bíblia (Livro do Êxodo), Deus lançou 10 pragas sobre o Egito. Na última delas (Êxodo cap 12), disse Deus que todos os primogênitos egípcios seriam exterminados (com a passagem do anjo da morte por sobre suas casas), mas os de Israel seriam poupados. Para isso, o povo de Israel deveria imolar um cordeiro, passar o sangue do cordeiro imolado sobre as portas de suas casas, e Deus passaria por elas sem ferir seus primogênitos. Todos os demais primogênitos do Egito foram mortos, do filho do Faraó aos filhos dos prisioneiros. Isso causou intenso clamor dentre o povo egípcio, que culminou com a decisão do Faraó de libertar o povo de Israel, dando início ao Êxodo de Israel para a Terra Prometida.
A Bíblia judaica institui a celebração da Páscoa em Êxodo 12, 14: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra do Senhor: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua .
Wânia e Paulo
2009 Março
Piscinão





